O que define quem merece compaição?

No Brasil, a cor da pele e a classe social, infelizmente, ainda determinam quem é visibilizado e quem é descartado.

A sociedade, muitas vezes, ignora o sofrimento de quem vive à margem, como se a pobreza extrema fosse um “destino” e não uma construção política e social.

Diante desse cenário, a 1a Secretária do Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG), Sidnelly Almeida, nos convida a refletir sobre alguns pontos importantes:

• Solidariedade além do mercado: Nossa ética deve abraçar não apenas o/a trabalhador/a, mas , também aquele que foi excluído pelo sistema e pela tecnologia.

• O mito da meritocracia: Ela ignora que os afetos e os privilégios criam pesos e medidas diferentes para os mesmos erros.
• O papel da Psicologia: Como ciência humana, nosso dever é denunciar a desumanização e lutar pelo mínimo de dignidade para todos.

A neutralidade diante da injustiça é, por si só, uma escolha política. Vamos romper o silêncio sobre as contradições raciais e sociais do nosso país.


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