Entender a diferença entre as instituições que regem a Psicologia é fundamental para que o profissional saiba a quem recorrer em cada situação. Embora ambos, Conselho Regional e Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais, atuem em prol da categoria, suas missões são distintas e, por vezes, complementares.
O Sindicato é o braço político e jurídico do trabalhador. É ele quem senta à mesa de negociação com patrões com a finalidade de garantir reajustes salariais, definir o valor da hora técnica, lutar pela jornada de 30 horas e oferecer assistência jurídica em casos de abusos trabalhistas.
Para reforçar a importância da organização sindical, Jennifer Souza, presidente do Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG), destaca a necessidade de união da categoria:
“Muitas vezes, o psicólogo se sente solitário em sua prática, mas é no Sindicato que transformamos a angústia individual em força coletiva. Enquanto o Conselho nos diz como devemos trabalhar eticamente, o Sindicato luta para que tenhamos condições dignas para exercer esse trabalho.”
Não existe ética sem dignidade material. Salários defasados e precarização do trabalho adoecem o profissional e comprometem o atendimento. Por isso, a relevância do PSIND está em ser a voz que ecoa nos tribunais e nas mesas de negociação, garantindo que a Psicologia seja valorizada não apenas como ciência, mas como uma força de trabalho essencial que merece respeito e remuneração justa.”
Por que se aproximar do PSIND?
A relevância do sindicato vai além do salário. Estar junto ao PSIND significa ter:
- Suporte Jurídico: Orientação em contratos e demissões.
- Convenções Coletivas: Garantia de direitos que não estão na CLT.
- Mobilização Política: Pressão por leis que beneficiam a categoria em Minas Gerais.
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